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Galeria

A colecção Uría Menéndez pretende ser um compêndio das diferentes expressões artísticas contemporâneas reflexo de um mundo globalizado e plural.
  • Utopía

    Técnica: Acrílico sobre tela
    Medidas: 180 x 180 cm
    Localização: Madrid
     

    Eduardo Úrculo

    Artista espanhol consagrado, Eduardo Úrculo (Santurce, 1938 - Madrid,  2003) é um dos principais expoentes da arte pop em Espanha. Trabalhou diversas linguagens, desde o expressionismo social, ao informalismo abstracto e até ao cómico. Desde 1975 que Eduardo Úrculo parte da linguagem pop para criar diferentes ícones que lhe viriam a definir uma linguagem própria como são os casos da mala, do guarda-chuva e das vacas.

    Eduardo Úrculo realizou um sem número de retratos femininos, com destaque para as “geishas”. A obra “Utopía” pertence a esta série e representa mulheres em que o mistério, a sensualidade conviviam, por vezes, a meio caminho, entre o onírico e o cómico. As “geishas” representan, para a iconografía do artista, uma evasão romântica e um ícone sexual.

    A sua obra consta de importantes colecções como o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, Espanha; Colección Arte Contemporáneo Fundació la Caixa, Barcelona, Espanha; Museo de Arte Contemporáneo, Bogotá, Colômbia; Colección de Arte Contemporáneo de AENA, Madrid, Espanha; Fundación Juan March, Madrid, Espanha; Museo Nacional de Bangladesh, Dhaka, Bangladesh.

  • Destructuras 081

    Ano: 2000
    Técnica: Fotografía digital / aluminio
    Medidas: 250 x 100 cm
    Edição 2/3
    Localização: Madrid
     

    Aitor Ortiz

    Aitor Ortiz (Bilbao, Espanha, 1970) cria paisagens fotográficas a partir da arquitetura. Para o artista este é o seu território, o campo em que experimenta as diferentes linguagens pictóricas como a figuração ou a abstração. Num diálogo técnico e artístico capaz de nos desconcertar e de nos emocionar, Aitor Ortiz joga com o volume, as luzes e as sombras dotando as suas obras de uma beleza sem igual.

    Na série “Destructuras” cria visões urbanas inquietantes e altamente pictóricas que, manipuladas por computador, se erigem numa metáfora crua do destino da pólis. Estas imagens retroagem-nos às arquiteturas visionárias de Tatlin e Rodchenko.

    A sua obra integra importantes colecções como a ARTIUM, a do Centro Museo Vasco de Arte Contemporáneo, Vitória; Museo Guggenheim Bilbao; MNCARS, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; Museo Patio Herreriano, Valladolid; Fundación la Caixa, Barcelona, entre outros.

  • Sitting Tattoo

    Ano: 2008
    Técnica: resina de poliéster, aço inoxidável e luz
    Medidas: 231 x 130 x 152 cm., 350 Kg
    Localização: Madrid
     

    Jaume Plensa

    Jaume Plensa (Barcelona, Espanha, 1955) é um dos artistas vivos espanhóis mais reconhecidos a nível internacional. Na sua obra investiga a relação do homem com o seu ambiente através de diversos materiais, sejam eles os tradicionais, como o ferro, ou inovadores, como a resina de poliéster e as novas tecnologias. Para o efeito, Plensa tem em conta a importância da memória, das palavras e os efeitos visuais e sensoriais que as suas obras produzem no espectador.

    “Seating Tattoo” é uma peça que integra escultura, luz e palavra e que incide no espaço onde está inserida. Esta obra exerce uma atração sobre o espectador ou o passageiro casual graças à sua forte presença física, conseguida pelo volume e, fundamentalmente, pela luz de cores alternadas. Uma vez próximo da obra, podem ler-se as palavras que levam a refletir sobre conceitos próximos da filosofía do escritório e da pessoa de D. Rodrigo Uría. Palavras como justiça, direito, compromisso, liberdade, ética convivem com beleza, solidaridade, estética, arte e cultura.

    Jaume Plensa tem obras em espaços públicos, de entre os quais se destacam: The Crown Fountain, Chicago, EEUU; Breathing, BBC Broadcasting House, Londres, Reino Unido; Lester B Pearson International Airport, Toronto, Canadá; Twins II, Kimpo Sculpture Park, Kimpo, Seul, Coreia.

  • Rodrigo Uría Meruéndano

    Ano: 2009
    Técnica: óleo sobre tela
    Medidas: 180 x 130 cm
    Localização: Madrid
     

    José Ramón Amondarain

    A obra de Amondarain (São Sebastião, Espanha, 1964) reflecte sobre o mundo da arte em todas as suas vertentes e interacções. Analisa as relações existentes entre arte, artistas, agentes, locais de exposição e espectadores, ao longo da História da Arte. Nos últimos anos tem exposto sobre as complexas relações da pintura - abstracta e figurativa – com a fotografia.

    José Ramón Amondarain faz o retrato “Rodrigo Uría Meruéndano” observando o quadro de Goya “La Marquesa de Santa Cruz”, obra que o jurista ajudou a recuperar para o Estado espanhol. O artista reflecte sobre a relação entre a arte, a memória e o museu, personalizando-o em Rodrigo Uría, grande colecionador, mecenas e observador de arte. Amondarain retrata Rodrigo Uría usando o “efeito varrido” do grande artista “Gerhardt Richter”.

    A obra de Amondarain está representada em colecções tão importantes como o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; Município de Pamplona; Museu de Bellas Artes de Álava; Colección Grupo Endesa e Museo de Arte Contemporáneo Artium, Vitória, entre outros.

  • Cabeza. Serie Máscaras Schandenmaske

    Ano: 2009
    Técnica: Óleo e alumínio sobre tela
    Medidas: 152,5  x 122 cm
    Localização: Nova Iorque

    José Manuel Ciria

    José Manuel Ciria (Manchester, Inglaterra, 1960) consolidou-se como um dos principais artistas da sua geração. Apesar de jovem, apresenta já uma extensa e coerente carreira, na qual é perceptível um evidente e continuado interesse pelo trabalho sobre os próprios materiais da pintura.

    Considerado pela crítica como pintor abstracto, José Manuel Ciria tem recentemente incorporado elementos figurativos, como objectos e corpos humanos, tal como se verifica em “Cabeza”. Na indagação do físico alinha também um forte sentido da dimensão corporal da condição humana: os corpos em todas as suas manifestações, mediatas ou imediatas.

    A sua obra encontra-se representada em diversas colecções nacionais e internacionais como o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, Espanha; IVAM, Instituto Valenciano de Arte Moderno, Valência, Espanha; o Museo Estatal Galería Tretyakov, Moscovo, Rússia; Albertina Museum, Viena, Áustria; Academia Española, Roma, Itália, entre outros.

  • Semiópolis: Génesis (Anónimo)

    Ano: 1999
    Técnica: Fotografía Cibachrome
    Medidas: 180 x 120 cm
    Edição 2/2
    Localização: Madrid
     

    Joan Fontcuberta

    Joan Fontcuberta (Barcelona, Espanha, 1955) é um dos mais destacados fotógrafos espanhóis. O seu trabalho caracteriza-se por levar ao limite a fronteira entre a realidade e a ficção. O artista cria imagens que questionam a representação, a memória e a ambiguidade, explorando o valor documental e narrativo da fotografia. O artista considera a fotografía como prova, como explicação para se chegar à verdade, pelas reações suscitadas no espectador.

    As imagens da série “Semiópolis” propõem um vôo rasante sobre as páginas em braille de alguns relatos da literatura, da ciência e do pensamento. Combinando perspectiva e contraluz, o artista representa uma paisagem literária como se de um campo arqueológico se tratasse.

    A sua obra faz parte de colecções públicas como a do Musée d'Art Moderne / Centre Georges Pompidou, Paris, França, a do Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, EE.UU. e do I.V.A.M., Valência, Espanha, entre outros.

  • L’arbre és un llibre

    Ano: 2005
    Técnica: Técnica mista sobre madeira
    Medidas: 122 X 122 cm
    Localização: Barcelona

    Josep Guinovart

    Pintor e gravurista com grande reconhecimento internacional, Josep Guinovart (Barcelona, Espanha, 1940 – 2007) era uma das vozes mais pessoais do panorama espanhol do século XX. A obra de Guinovart, de grande sensualidade e riqueza de materiais, é o resultado de um diálogo entre a cultura popular, especialmente, a mediterrânica e a latino-americana, as tradições artesãs e o espírito das vanguardas da segunda metade do século XX. Intuitivo, vital, de caráter forte e combativo, na sua obra também se encontra presente um compromisso social que, com os anos não só não abrandou, como se reforçou.

    Em “L’arbre és un llibre” Guinovart faz uma experiência próxima da “assemblage” ou colagem, à base de resíduos e de elementos naturais. Entre a sua expressão plástica e o seu ambiente vital, constituído pela natureza, o campo e a terra, gera-se um diálogo vivo, manifestado através de símbolos que fazem parte de uma poética subjetiva.

    A sua obra encontra-se em colecções como a do Fine Arts Museum of Long Island, Nova Iorque, EEUU; Museo de Arte Moderno, México DF, México; Museo de Arte Contemporáneo, Alexandria, Egipto; MACBA, Museo de Arte Contemporáneo, Barcelona, Espanha; Museo de Bellas Artes de Bilbao, Espanha; Museo Guggenheim, Nova Iorque, EEUU; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, Espanha; Colección Fundación "La Caixa", Barcelona, Espanha; Colección Fundación Juan March, Madrid, Espanha.

  • Sagarmatha I

    Ano: 2005
    Técnica: Pintura e carvão s/madeira e poliéster
    Medidas: 93 cm diámetro e 11 largura
    Localização: Madrid
     

    Lluís Hortalá

    Lluis Hortalá (Girona, Espanha, 1965) investiga os mecanismos do olhar na sua percepção da realidade. Para ele cria topografias pictóricas que têm a sua origem numa experiência sensorial da paisagem. Partindo da natureza, o artista explora a psicologia da retina e o acto de contemplação do espectador.

    Nas obras “Sagarmatha I” o artista representa umas montanhas. A visão da paisagem vê-se fragmentada pela própria representação do artista que, partindo de círculos, nos convida a uma maior compreensão conceptual do mundo. Perante esta imagen, o espectador apenas poderá questionar-se sobre os inúmeros clichés a que o olho físico está reduzido na sociedade contemporânea.

    A sua obra pertence a importantes colecções espanholas e internacionais como a Colección Fundació la Caixa, Barcelona, a Fundación Marcelino Botín, Santander, o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, a Trust Fundation, Washington DC, EE.UU., entre outros.

  • Díptico II

    Ano: 2006
    Técnica: serigrafia sobre cobre
    Medidas: 200 x 200 cm
    Localização: Madrid

    Cristina Iglesias

    Cristina Iglesias (São Sebastião, Espanha, 1956) é uma artista multidisciplinar que trabalha tanto a escultura, como a fotografia e a gravura. Na sua obra investiga o desenvolvimento de formas orgânicas e geométricas em materiais de carácter industrial. A Cristina Iglesias interessa a ideia de explorar um espaço dentro de outro com linhas marcadamente arquitetónicas.

    A obra “Diptico II” é uma serigrafía sobre cobre em grande formato. Esta peça parece ser a fotografia das suas instalações escultóricas, quando, na realidade, representa modelos em miniatura dos trabalhos da artista. Jogando com o efeito de luzes e sombras, a artista cria uma obra em três dimensões provocando uma ilusão de profundidade espacial, desvanecendo, ainda mais, a distinção entre o ambiente natural e o espaço construído. Para além disso, a artista apresenta letras e jogos de palavras, os quais, lidos de forma global como um texto fragmentado, levam o espectador a deparar-se com a impossibilidade da sua leitura e com os problemas da comunicação.

    A sua obra está em importantes colecções como a do Museo del Prado, Madrid, Espanha; Tate Britain, Londres, Reino Unido; Museo Guggenheim de Arte Moderno y Contemporáneo, Bilbao, Espanha; Moca The Geffen Contemporary, Los Angeles, EE.UU.;  MACBA - Museu d´Art Contemporani, Barcelona, entre outros.

  • Guardar aquells moments. Serie: El libro del agua III

    Ano: 2008
    Técnica: Mista sobre papel
    Medidas: 42,5 x 123,5 cm
    Localização: Barcelona
     

    Joan Pere Massana

    As obras de Massana (Ponts, Espanha, 1968) são muito matéricas, carregadas de pigmento e, em alguns casos, roçando a técnica da assemblage. Usa um colorido vivo, incorporando formas quase infantis sobre o fundo claro. Parte dessa pretensa criatividade pura, muito ligada à Art Brut ou ao Outsider Art (Arte Marginal), para criar um primeiro impacto no espectador e depois facilitar a leitura conceptual dos seus trabalhos.

    Em “Guardar aquells moments” Massana, utiliza esta linguagem aparentemente simples, cheia de elementos quase primários e facilmente reconhecíveis e universais. O artista parece estar em busca, através desta linguagem, do seu Eu originário, que possa expressar-se livremente, sem seguir caminhos impostos e sem renunciar a nenhum possível recurso. Utiliza esse simbolismo pessoal para incorporar a dimensão humana no seu trabalho, transcendendo do individual para o universal.

    A sua obra encontra-se representada em diversas colecções nacionais e internacionais como a Colección Testimoni, Barcelona, Espanha; Colección Fundació la Caixa, Barcelona, Espanha; Collezione Eurolinea S.R.L, Milão, Itália; Colección de la Generalitat de Catalunya, Barcelona, Espanha; Colección Caixa de Manresa, Lleida, Espanha; Museo de Sant Pol de Mar, Barcelona, Espanha; PAN, Palazzo delle Arti Napoli, Nápoles, Itália;  Pinacoteca de Jesi, Ancona, Itália.

  • Folded Column

    Ano: 2003
    Técnica: 125 x 40 x 30 cm
    Localização: Madrid
     

    David Nash

    David Nash (Esher, Reino Unido, 1945) é considerado um dos escultores actuais mais importantes e com maior renome. O seu trabalho artístico, motivado pelo seu interesse pela ecologia e o meio-ambiente, centra-se na escultura em madeira que obtém de árvores caídas ou sem raíz.

    As suas obras reflectem formas geométricas e orgânicas que buscam o equilíbrio entre a natureza, a criação artística e o ser humano. Na peça “Folded Column “é possível apreciar o interior do tronco no qual foi criado um desenho de linhas sinuosas e que David Nash identifica com uma coluna.

    As suas obras fazem parte de importantes colecções como a Tate Gallery, Londres, Reino Unido; Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, EE.UU.; Soloman R. Guggenheim Museum, Nova Iorque, EE.UU.; Palais de  Beaux-Arts, Bruxelas, Bélgica.

    Desde 1999 que faz parte da Royal Academy of Arts, no Reino Unido.

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    Biblioteca I

    Ano: 2002
    Técnica: C- Print sobre alumínio
    Medidas: 65 x 100 cm
    Edição: 2/3
    Localização: Madrid

    Ignasi Aballí

    A obra de Ignasi Aballí (Barcelona, Espanha, 1958) é um convite à reflexão sobre o processo criativo e sobre a integração do quotidiano na produção artística. A partir da pintura, da fotografía e da instalação, o artista busca a materialização do decurso do tempo e dos seus sinais.

    A sua intenção de análise manifesta-se através da imagem em série, da classificação, da lista e do arquivo. O seu laborioso método de trabalho baseia-se na recolha, armazenamento e classificação dos materiais a partir dos quais compõe depois a sua obra. Esses materiais são livros, como a obra aqui presente, “Biblioteca I”, recortes de jornal, restos de tecidos ou fenómenos naturais. 

    A sua obra faz parte de importantes colecções como o Museo d´Art Contemporani de Barcelona, MACBA, Barcelona; Patio Herreriano - Museo de Arte Contemporáneo Español, Valladolid.

  • Retrato Ramón Viladàs

    Ano: 2004
    Técnica: Óleo sobre tela
    Medidas: 72 X 59 cm
    Localização: Barcelona
     

    Antoni Vives Fierro

    Vives Fierro (Barcelona, Espanha, 1940) é um pesquisador incansável que vai reformulando os motivos que o fascinam. É principalmente conhecido pelas suas impressões da vida de Barcelona, que vão desde os ambientes mais tradicionalmente burgueses (as concorridas sessões do Liceo, as esquinas do Paseo de Gracia) até às cenas de rua, com uma mistura de costumbrismo e de bulício (Los Encantes). As suas viagens foram renovando, não só a temática, mas também o tratamento da sua obra.

    Das suas primeiras apostas estilísticas, mais próximas das tradições impressionistas/expressionistas, a sua linguagem foi derivando para uma técnica mista na qual o uso do óleo e a colagem foram ganhando protagonismo. Estabelece um diálogo em que o significado não provém unicamente da obra representada, mas de símbolos da nossa experiência quotidiana.

    Reconhecido e prolixo retratista barcelonense, na obra “Ramón Viladàs”, o artista pinta com traços muito soltos e livres, em linha com a figuração realista típica do artista, apesar do toque de irrealidade que lhe confere o fundo quase indefinido.

    A sua obra faz parte de colecções como o Museo Olímpico, Laussane, Suíça; o Museo Reina Sofía, Atenas, Grécia; o Museo de Arte Contemporáneo, Montevideo, Uruguay, entre outros.

  • Sent els teus vents a la meva vora

    Ano: 1990-92
    Técnica: Técnica mista sobre cartão
    Medidas: 120 X 180 cm
    Localização: Barcelona

    Joan Bennàssar

    Pintor e gravurista, Joan Bennàssar (Pollença, Maiorca, Espanha, 1950) estudou Belas Artes na Universidade de Barcelona, num momento de mudança, na Espanha dos anos 70. Nesta época, a sua pintura era de tendência informalista, influenciada pelos expressionistas abstractos norte-americanos. Na década de 80 volta à figuração com toque expressionista, a qual vai experimentando. Em 1985, residiu uns meses no México, estadia que viria a influenciar a sua pintura no que toca a cores e o afastaria da figura humana, centrando-se nas coisas e nos objetos que o rodeiam. A partir de então, alterna a presença e a ausência da figura humana na sua obra.

    Em “Sent els teus vents a la meva vora”, o artista de Pollença continua a sua investigação sobre a relação do casal e sobre todo o humano, plasmando-o num quadro de grandes dimensões.

    A sua obra integra colecções importantes como a do MACBA e a do Museo d’Art Contemporani, Barcelona.

  • Sin título

    Ano: 2000
    Técnica: Ferro policromado
    Medidas: 134 x 48 x 36 cm
    Localização: Madrid

    Florentino Díaz

    O denominador comum do trabalho de Florentino Díaz (Cáceres, Espanha, 1954) é a ambiguidade perceptiva que faz das suas esculturas. No território da linha desenhada, Florentino relê o minimalismo e também o construtivismo, na sua vertente “De Stijl”, incluindo na subtil referência que lhe faz ao trabalhar com as cores.

    O artista gosta de salientar a importância significativa dos materiais. Na peça “Sin título” explora a transacção entre a rigidez do aço e a flexibilidade da borracha, como se o metal cuidasse da firmeza da estrutura e a borracha da maleabilidade do desenho.

    Trata-se de um dos mais sólidos valores dos jovens escultores espanhóis. Em 2002 obteve o prémio “Altadis Artes Plásticas”, foi bolseiro, em 2002, da Fundación Botín.

    A sua obra está em colecções como a do Banco de Espanha, a da Fundación Coca-Cola, do Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, da Unión Fenosa, do Museo Provincial de Alava e do Município de Madrid.

  • Suite Group of Five

    Ano: 1999
    Técnica: C-print Diasec
    Medidas: 50 x 35 cm cada uma (cinco peças)
    Edição 6/10
    Localização: Madrid 

    Ronald Fischer

    Considerado como um dos expoentes da influente escola alemã de fotografía, Ronald Fischer (Saarbrücken, Alemanha, 1958) centrou a sua obra no retrato, no mais amplo sentido do termo. Retrata tanto a pele das pessoas como a fachada de arquiteturas para convertê-las em meras abstrações.

    A obra “Suite Group of Five” de Ronald Fischer inscreve-se na sua série “Fachadas”. O artista viajou durante a última década, pelos cinco continentes, em busca de edificações contemporâneas com uma especial carga simbólica. Os protagonistas das suas imagens são fragmentos breves e densos dos edifícios, sede de corporações e de grandes empresas por todo o mundo. Ao fragmentar a pele do edificio, Fischer transforma a arquitetura em pintura geométrica, em formas e cores artificiais e de matizes tecnológicos remetendo para o urbanismo frio de uma sociedade estereotipada mas, apesar de tudo, espectacular.

    A obra de Roland Fischer faz parte de importantes colecções como a do Museo de Arte Moderno de París, França, do Museo de Arte de Estrasburgo, França, do Museo de Arte Moderno de Amberes, Bélgica, entre outros.

  • Te pinto tu still 2

    Ano: 2004
    Técnica: Óleo sobre tela
    Medidas: 132 x 100 cm
    Localização: Madrid
     

    Sandra Gamarra

    Sandra Gamarra (Lima, Peru, 1972), pintora peruana radicada em Madrid, é a fundadora do imaginário Museo de Arte Contemporáneo de Lima, LiMac. As suas obras falam-nos da quotidianidade e da sua vontade de expressar sentimentos e vivências universais através da figuração.

     “Te pinto tu still 2” é uma pintura do particular, do simples e do quotidiano que expressa processos, vivências e sentimentos comuns e universais. A pulcritude que há na composição e na cor dos seus quadros é o correlativo pictórico da ordem e do esmero.

    A sua obra integra, entre outras, as seguintes colecções públicas: MUSAC, Museo de Arte Contemporáneo de Castilla León, León, Espanha; MoMa, Museum of Modern Art, Nova Iorque, EE.UU. Em 2004 obteve a bolsa Marcelino Botín e, em 2009, representou o Peru na 53.ª Bienal de Veneza.

  • Gabinete de un coleccionista M10

    Técnica: Óleo sobre tela
    Medidas: 120 x 120 cm
    Localização: Madrid
     

    Manuel Saro

    O artista Manuel Saro (Madrid,  Espanha, 1970) parte tanto da pintura, da fotografía como da fusão de ambas para recriar os seus espaços particulares. A sua linguagem, influenciada pelo movimento construtivista, reflecte lugares onde os limites entre a realidade e a imaginação, entre o espaço físico e o espaço mental, parecem incertos.

    Na série “Gabinete de un coleccionista” o artista parte da imagem das salas de exposição dos grandes colecionadores do Renascimento e do Barroco. Saro cria um espaço pictórico baseado na geometria, onde se produz um jogo entre a realidade pintada, a pintura como realidade paralela e o espaço gerado dentro e fora do quadro.

    A sua obra faz parte de importantes colecções como a da Fundació la Caixa, Barcelona; Colección Union Fenosa, A Coruña; Museo de Bellas Artes de Cantabria, Santander, entre outros.

    Em 2001 foi selecionado para o Prémio ABC de Pintura e para o da Fundación Unicaja, tendo obtido o Prémio Francisco de Goya e o Prémio Villa de Madrid, em 1999.

  • Metaescultura XI

    Ano: 1999
    Técnica: Cristal
    Medidas: 28 x 28 x 28 cm
    Localização: Madrid
     

    Gabriel Díaz

    A escultura de Gabriel Díaz (Pamplona, Espanha, 1968) caracteriza-se pelo despojamento expressivo do minimalismo, pela densidade conceptual da arte dos objetos e pelo uso de materiais orgânicos da land-art.

    No seu trabalho procura a união racional de valores humanos e de valores cósmicos e o retorno à tradicional reciprocidade das artes e das ciências. É aqui que reside um dos traços mais singulares deste artista, a sua vontade de fundir campos do conhecimento, de dialogar com disciplinas que oscilam entre a estética, a astrofísica, a matemática, a física, a alquimia e a sabedoria zen.

    Na sua série de “Metaesculturas” utilizou o vidro em várias camadas para criar formas vazias e indefinidas dentro de estruturas laminadas que nos surgem frágeis e poéticas. Nelas se observa uma antítese entre construção e subtração (de matéria).

    Gabriel Díaz expôs no Museo Nacional Reina Sofía, Madrid, no Guggenheim Bilbao, no Museo ARTIUM, Vitória, entre outros.

  • Sin título

    Ano: 1999
    Técnica: Óleo sobre tela
    Medidas: 90 x 160 cm
    Localização: Madrid

    Ana Luísa Ribeiro

    A obra de Ana Luísa Ribeiro (Lisboa, Portugal, 1962) fala-nos da memória, do pensamento e do passar do tempo. Esta artista, que se move fundamentalmente no território da pintura, reflecte sobre as suas experiências através de objectos distintos, sobretudo, livros e catálogos de arte, que pinta como testemunhos fiéis do passar do tempo.

    As páginas do livro pintadas na tela de Ribeiro “Sin Titulo” representam o estabelecimento de uma relação com a nossa esfera mais íntima. Esta relação vai-se redefinindo numa relação pública que envolve todo o espaço circundante. As pinturas de Ana Luísa Ribeiro não tratam de livros mas de um processo de conversão de uma relação íntima numa alusão pública, de uma experiência particular para uma universal.

    A artista expôs no Museo Arte Contemporáneo Unión Fenosa, A Coruña, Espanha; Honrad Gallery, Dusseldorf, Alemanha; Centro Difusor de Arte, Porto, Portugal; The Nartex Gallery, Nova Iorque, EE.UU., entre outros. A sua obra consta de importantes colecções públicas como a da Fundação PLMJ, Lisboa, Portugal.

  • Sín titulo

    Ano: 1988
    Técnica: Obra gráfica
    Medidas: 37 x 50 cm
    Edição: 15 / 25
    Localização: Varsóvia

    José Manuel Broto

    José Manuel Broto (Saragoça, 1949) nasceu em Saragoça e estudou na Escola de Artes e Ofícios da sua cidade natal. Em 1972 instalou-se em Barcelona, até 1985, data em que partiu para Paris. Membro do grupo Trama, integrado por Javier Rubio, Xavier Grau e Gonzalo Tena, realizam a sua apresentação em 1976 contando com o apoio de Antoni Tàpies. A sua produção evoluiu a partir da década de 70, época em que produz obras informalistas de tom minimal baseadas em estruturas geométricas elementares com campos planos monocromáticos, para uma abstração gestual ou lírica que combina formas abstractas com referências formais a objetos geométricos, organicistas ou símbolos retirados de outras linguagens como a matemática, a música ou a escrita, presentes na edição gráfica “Sin título”.

    A sua obra integra a colecção de museus e instituições de prestígio, tais como o Museo de Arte Abstracto Español, Cuenca; Fundación Juan March, Madrid; Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; The Metropolitan Museum of Art, Nueva York, EE.UU; FNAC (Fond National d'Art Contemporain), Paris, França; Fundación A. Tàpies, Barcelona; Colección Arte Contemporáneo, Fundación”la Caixa”, Barcelona; IVAM, Valência.

  • Alpenblühe

    Ano: 1984
    Técnica: Óleo sobre tela
    Medidas: 195 x 160 cm
    Localização: Londres
     

    Ramón Herreros

    A pintura de Ramón Herreros (Barcelona, Espanha, 1947) é um resplendor no horizonte que não define nenhum gesto ou palavra. O artista trabalha com recursos muito limitados, o que o poderia levar a cair facilmente na monotonia. Apesar desta limitação de recursos consegue extrair uma multiplicidade de tons.

    Na obra Alpenblühe” existe uma vontade de recuperar a arte na sua acepção mais elementar, no seu conteúdo simbólico. Nesta pintura há algo de primitivo, presente e passado fundem-se numa dimensão temporal, pelo que a cor - princípio vital - e a geometria - princípio harmónico e ordenador universal - coexistem harmoniosamente.

    A sua obra consta de importantes colecções como a do ARTIUM, Centro Museo Vasco de Arte Contemporáneo, Vitória; a do MACBA, Museo de Arte Contemporáneo, Barcelona; a da Fundación Coca-Cola, Madrid; a da Fundación la Caixa, Barcelona, Colecção Duquesa de Alba, entre outros.

  • Claustro Universidad de Oviedo

    Ano: 2010
    Técnica: Desenho a lápis
    Medidas:  40 x 40 cm
    Localização: Madrid
     

    Agustín Bayón

    Bayón (Puente de los Fierros, Espanha, 1960) estudou na Escola de Artes Aplicadas de Oviedo. Em 1979 inicia as suas primeiras exposições combinando trabalhos de pintura, desenho e escultura. O artista é dotado de uma especial sensibilidade para criações de sofisticada modernidade. As obras deste extraordinário e provocador desenhador mostram o seu “Truque” fotorealista que, sobre o virtuosismo da expressão, introduz efeitos de composição, atitudes ou acrescentos textuais que acentuam a intensidade expressiva da imagem, como se pode ver na sua obra “Claustro Universidad de Oviedo”.

    Agustín Bayón obteve prémios importantes como no Concurso Internacional de Desenho Artístico “J. Pérez Villamil”, Penagos e no I Prémio Fundación Laboral de la Construcción. O artista expôs em instituições como a Fundació Palau e o Museu de Bellas Artes de Asturias, Oviedo. A sua obra integra colecções importantes como a do Museu de Bellas Artes de Asturias.

  • ST3

    Ano: 1997
    Técnica: Caustica sobre cartolina
    Medidas: 120 x 80 cm
    Localização: Londres
     

    Simeón Saiz Ruíz

    A obra de Simeón Saiz Ruiz (Cuenca, Espanha, 1956) destaca-se pela sua exigência estética e moral e pelo facto de relevar o jogo de espelhos com que se configura toda a representação: no nosso mundo, o melhor modo de "ocultar" é mostrando tudo. A obra de Simeón Saiz, “ST3”, apresenta uma denso emaranhado de linhas e traços que cobre inteiramente a superfície do quadro, mas deixa transaprecer no seu fundo o traçado, em sombra, de uma imagem escolhida ao acaso pelo artista.

    A sua obra consta de importantes colecções como a do Patio Herreriano - Museo de Arte Contemporáneo Español, Valladolid; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; Museo Español de Arte Abstracto, Cuenca; British Museum, Londres, Reino Unido; The Hispanic Society of America. Nova Iorque, EE. UU., entre outros.

  • Intersticio Vertical I, II, III, IV

    Ano: 2006
    Técnica: Aço inoxidável, cera e chumbo
    Medidas: 25 x 40 cada uma (4 unidades)
    Localização: Madrid
     

    Esther Pizarro

    Partindo da ideia da cidade e sua arquitectura, Esther Pizarro (Madrid, Espanha, 1967) investiga a relação do ser humano e o espaço. Transparência, ausência de limites, interconexão espacial, justaposição de identidades e dilatação como sintomas de uma cidade. Para Esther Pizarro os limites físicos e fechados do nosso corpo expõem-nos a esse espaço externo, facilitando-nos a exploração das interioridades e exterioridades da cidade.

    Na obra “Intersticio Vertical” a artista parte das formas geométricas da urbe, prescindindo dos seus habitantes. As linhas sinuosas desenham os limites do espaço urbano e as vias pelas quais nos movemos.

    A sua obra consta, entre outras, das seguintes colecções públicas: Academia de Espanha, Roma, Itália; Fundación Actilibre, Madrid, Espanha; Colección Caja Madrid, Madrid, Espanha; Ministerio de Educación, Cultura y Deporte, Madrid, Espanha.

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    R nº 9

    Óleo sobre tabla
    205 x 240 cm.

    Manuel Muniategi

    (Guipúzcoa, 1966)

    Artista multidisciplinar que se dedica tanto à pintura como à escultura. Licenciado em Belas Artes pela Universidade do País Basco, Muniategi (Guipúzcoa, 1966) trabalha na linha da abstração — ainda que não renuncie às referências figurativas —, realizando obras vinculadas à geometria. As suas peças têm, à primeira vista, uma aparência inacabada, o que faz parte do discurso reflexivo do artista à volta da forma e de como esta convive com o espaço. O artista procura compreender as formas tanto de uma perspetiva bidimensional, mais ligada à pintura, como tridimensional, que aborda e materializa através das suas esculturas.

    Na sua obra, reúne referências tanto de artistas internacionais da vanguarda construtivista, como Rothko ou Rodchenko, como de artistas da tradição basca e de um ambiente que lhe é mais familiar, destacando-se, entre eles, Ibarrola. Estas referências estão presentes na pintura da coleção Uría «R nº 9».

    Muniategi expôs em vários centros de Espanha, como o Museo de Arte Contemporánea de Vigo, o Museo Vasco de Arte Contemporáneo ARTIUM (Vitoria-Gasteiz), La Conservera (Ceutí, Murcia), e o Centro de Arte Caja Burgos (Burgos). A sua obra faz parte da coleção do Museo Vasco de Arte Contemporáneo ARTIUM. Foi galardoado com o Primeiro Prémio de Pintura Generación 2000 da Caja Madrid e com o Prémio Gurre Artea 2000.

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    Room with a view (Oporto)

    Fotografía
    110 x 140 cm
    Edición de 5 ejemplares

    Nuno Cera

    Nuno Cera (Beja, 1972) vive entre duas cidades, Lisboa e Berlim, desenvolvendo a sua produção artística ligada à fotografia e ao vídeo. O artista dedica especial interesse ao conceito do urbano: o papel do indivíduo engolfado pela sociedade, a paisagem urbana ou a visão arquetípica da metrópole.

    Na série «A room with a view», o artista escolhe como cenários quartos de hotéis, veículos para mergulhar num complexo diálogo entre a figura do indivíduo e a cidade. Ao fotografar através das janelas do quarto, a paisagem urbana funde-se com os reflexos do seu interior. O artista opta por perspetivas que se abrem sobre edifícios característicos daquela cidade. Nuno Cera prescinde da manipulação digital e recorre à fotografia analógica para realizar esta série, conseguindo efeitos surpreendentes sem retoque algum ou modificação posterior.

    Cera expôs em instituições, como o Centre de Cultura Contemporània de Barcelona, o Centro Cultural de Belém (Lisboa) e o Domus Artium (Salamanca). A sua obra está presente em coleções, como as da Fundação PLMJ (Lisboa), a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas.

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    Mod

    Fotografía
    40 x 60 cm
    Edición de 20 ejemplares

    Julião Sarmento

    Artista eclético, Julião Sarmento (Lisboa, 1948) é um dos expoentes máximos da arte portuguesa contemporânea. Estudou pintura e arquitetura na Escola Superior de Belas Arte de Lisboa. Começou a trabalhar na década de setenta com diferentes formatos, como o vídeo e o som, terminando na fotografia e pintura.

    As suas obras destacam-se pelo seu caráter intimista e pela sua extraordinária capacidade de suscitar questões que vão para lá do visual, criando uma realidade que se move entre a experiência e a memória. Influenciado pelas vanguardas europeias e norte-americanas, Sarmento trabalha com a fragmentação das imagens (jornais, recortes, fotografias), sobre as quais pinta, construindo novos significados.

    A série «Mod» transparece o seu interesse pela solidão, um dos temas constantes na sua obra, que evoca através de espaços comuns desabitados e potencia com o recurso a fotografias a preto e branco.

    Julião Sarmento representou Portugal na Bienal de Veneza, em 1997.

    Sarmento expôs em instituições, como o Centro de Arte Contemporáneo de Málaga, La Casa Encendida (Madrid), o Contemporary Arts Center (Ohio), a Tate Modern (Londres). Encontramos a obra de Sarmento em instituições e fundações, como a Ellipse Foundation (Alcoitão-Portugal), a Fundação PLMJ (Lisboa), o Centre Pompidou-Musée National d´Art Moderne (Paris), o Solomon R. Guggenheim Museum (Nova Iorque) e o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madrid).

  • <?xml version="1.0"?><root available-locales="es" default-locale="es"><static-content language-id="es"><![CDATA[Sin título]]></static-content></root>

    Sin título

    Obra gráfica
    50 x 70 cm
    Edición de 200 ejemplares

    Helena Almeida

    Artista de formação e com tradição artística familiar, Helena Almeida (Lisboa, 1934) começa a sua carreira nos anos sessenta, seguindo de perto os novos movimentos da performance da época. Atualmente, a sua obra assenta na fotografia, a preto e branco principalmente, com a sua figura no centro da objetiva, o seu próprio corpo. Essas fotografias, contudo, não constituem autorretratos, mas são objetivações de movimentos significativos no espaço no seu processo artístico. Almeida modifica e manipula a obra para dotá-la de um conteúdo conceptual, que ultrapassa a realidade. As fotografias sofrem uma manipulação posterior: são pintadas, são-lhes adicionados objetos tridimensionais ou fazem-se acompanhar por gravações sonoras ou de vídeo.

    Cristina Almeida demonstra um especial interesse na rutura da bidimensionalidade nas suas obras, tal como manifesto na serigrafia «Sem Título», na qual predomina o branco e o preto, acompanhado e reforçado pela aplicação de uma gama cromática limitada, o azul.

    A artista participou na Bienal de Veneza, de 1982, e na Bienal de Istambul, de 1997. A sua obra já esteve exposta em instituições, como o Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo (Badajoz), a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madrid) e a TATE Modern (Londres), entre muitas outras. Encontramos a obra de Almeida na Fundação PLMJ (Lisboa), na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), no The National Museum of Western Art (Tóquio) e no Museu d´Art Contemporani de Barcelona.

  • <?xml version="1.0"?><root available-locales="es" default-locale="es"><static-content language-id="es"><![CDATA[Clair de lune]]></static-content></root>

    Clair de lune

    Obra gráfica
    56 x 73 cm
    Edición de 99 ejemplares

    María Helena Vieira Da Silva

    Nascida em Lisboa, onde se iniciou na pintura na juventude com Armando Lucena, Maria Helena Vieira da Silva mudou-se para Paris em 1928, onde entrou em contacto com os artistas da vanguarda do período entre guerras, como Léger, Klee ou Miró. Maria Helena desenvolve um estilo próximo da abstração lírica, centrando-se na paisagem urbana e denominado «paisagismo abstrato». Este movimento, onde se vê refletido o seu interesse pelo estudo do espaço e da profundidade, cria imagens fragmentadas e arquiteturas oníricas relativas ao imaginário da cidade. A sua preocupação por captar a luz e o espaço, por meio da cor, permite-lhe criar estas arquiteturas oníricas que formam perspetivas impossíveis.

    A obra «Clair de lune» ecoa as influências parisienses da vanguarda, sob a influência de Miró e Kandinsky, todavia, inserida numa linguagem abstrata em que se pode reconhecer um dos sinais de identidade da artista, o espaço urbano.

    A pintora participou nas três primeiras edições da Documenta de Kassel (Alemanha), na vigésima edição da Bienal de São Paulo, e expôs em instituições, como o MoMA (Nova Iorque), a Fundación Juan March (Madrid) e o Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro, entre outras.

    Encontramos a obra desta artista na Tate Britain (Londres), na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa) e no Musée des Beaux-Arts de Caen.